28 novembro, 2015

Pontes


As pontes não são meros elementos decorativos; elas são fulcrais para a união dos povos.

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Ailime
28.11.2015

26 novembro, 2015

A paz


O caminho para a paz deve iniciar-se no silêncio do meu coração.


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Ailime
26.11.2015

17 novembro, 2015

A voz do entardecer (2)


Ao cair da tarde  tudo se torna mais nítido, mais sereno, apesar das sombras, apesar do silêncio.
Um convite à introspecção, à contemplação, à paz.



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Ailime
17.11.2015



12 novembro, 2015

A voz do entardecer


Aqui onde o mar e o céu se tocam numa linha quase imperceptível liberto os  meus pensamentos e fico a sós com o infinito. Sinto que a quietude é possível e, por momentos, apenas o silêncio me sussurra a voz do entardecer.


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12.11.2015
Ailime

04 novembro, 2015

Outono e palavras


Gosto de ouvir a chuva a cair, do cheiro a terra molhada, do vento que ciranda em redor das folhas que vão atapetando o chão. É o Outono a acontecer nas tardes dos dias breves.



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Ailime
04.11.2015

25 outubro, 2015

Silêncio e claridade


No silêncio de mim abrigo as palavras  até vislumbrar a claridade da noite.

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Ailime

20 outubro, 2015

Dar tempo ao tempo


De que serve preocuparmo-nos com o dia de amanhã se o hoje ainda não terminou? Demos tempo ao tempo evitando que este nos acorrente a divagações e querelas que não nos conduzem a bom porto, antes pelo contrário nos limitam a caminhada e adiam a construção da paz.


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Ailime
15.10.2015 

14 outubro, 2015

O Rio Tejo nas palavras


O meu rio está a morrer…Logo ali às Portas de Rodão o meu rio está contaminado pela insânia avarenta e amoral do Homem. Logo ali às portas de Rodão (e ao longo de todo o seu leito) os peixes que outrora serviam de alimentação às populações vizinhas (e outras espécies) estão em vias de extinção e flutuam mortos aos milhares, perante a insensibilidade dos que apenas se limitam a escoar o que lhes permite um lucro fácil! Hoje sinto-me no dever moral de me juntar a tantas vozes que têm vindo a denunciar este estado calamitoso em que se encontra o Rio Tejo apelando a quem de direito  que não deixe perecer o rio que é a alma de tantos os que nasceram nas suas margens, de tantos que têm na alma o eco dos afectos que um dia os fez gente. Por favor, não deixem perecer o rio que me corre no sangue.

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Ailime
14.10.2015

06 outubro, 2015

O silêncio das folhas


Hoje, pela manhã, no silêncio das folhas, o outono abriu a minha janela.


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Ailime
06.10.2015

02 outubro, 2015

Natureza


A natureza é a grande mestra da vida. Ela ensina-nos, em silêncio, o milagre da maturação.


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Ailime
02.10.2015