O mundo está
enfermo e cada vez mais as tragédias vão nublando as vidas de muitas famílias e
a sociedade fica em choque. No entanto todos
somos corresponsáveis, porque nos escapam os sinais de alerta e quando
despertamos é tarde demais.
As minhas palavras são como fragmentos
da alma que se dispersam no horizonte atravessando mares e continentes numa
confluência de amor. Porque o amor é como as folhas que o vento espalha, mas que jamais deixam de ser parte integrante da árvore.
A persistência é o
caminho da esperança. Quer chova, faça sol ou vento, caminhe simplesmente e
deixe os factos acontecerem naturalmente. Não ceda perante as intempéries. Elas
são apenas a ponte que o levam a alcançar os seus sonhos.