Em silêncio escuto, em silêncio observo e deixo que este ser nada aqui absorva o fio de luz que espreito por entre os ramos desnudos das árvores que percorrem os dias.
Perguntas por que razão construí a minha casa na floresta da montanha, e sorrio, e fico em silêncio, até a minha alma se aquieta; vive num outro mundo que ninguém conhece. O pessegueiro está em flor. As águas correm.