Gosto do silêncio mas não da solidão. O silêncio serena-me e
a solidão ensombra-me. E então aprisiono as palavras e danço com elas ao sabor do
vento por entre as folhas espalhadas no chão.
Há
palavras que transportam um pouco do nosso sentir. Por vezes o coração impõe-se
à razão e eis que ficam a rodopiar suspensas num universo de incertezas.
Uma
luz, um sonho e uma esperança no coração! E assim vou construindo os meus dias.
Neste momento não tenho pressa. Desejo apenas estar rodeada de paz e
tranquilidade ouvindo os sons no silêncio que a natureza oferece.